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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

A moda do verão

Fotos:













Digamos que, de mais novo mesmo, só o comprimento das saias que, democraticamente, admite todas as variações possíveis: micros, mínis, altura do joelho, longuete e
longo pra valer. As peças que vão estar nas vitrines não vão causar impacto pela originalidade, mas algumas são bem bonitas, as cores são animadas e vai ser fácil usá-las e misturá-las de um jeitinho mais fresco às que já temos nos nossos guarda-roupas.

Calças:
Não vai ser um verão de muitas calças. As mais vistas, entretanto, foram as do tipo saruel (quase todo mundo fez a sua versão), as sessentinhas boca-de-sino e as pantalonas.

Saias:
Muitas e em todos os comprimentos. Saias godês, balonês, (ainda!), pregueadinhas, franzidas e de babados. O que menos teve Só não teve saia-lápis.

Vestidos:
De todos os jeitos possíveis tanto para o dia como para a noite. Muitos deles fluidos e escorridos no corpo, muitos cheios de babados, muitos com a cintura marcada por cintinhos ou cintões.


As cores de verão

Cores:
Todas as fortes (com destaque para o azul), além do branco, o preto, o bege neutro. Destaque também para as roupas em tingimento “dip-dye”, ou seja, degradê.

Estampas:
Profusão de listras, xadrezes e todo tipo floral e geométrico.

Praia:
Biquínis maiores, maiôs inteiros em grande atuação; atenção para inúmeros jogos de alças.

Detalhe mais repetido:
Babados, babados e mais babados.

Acessórios:
Muitas pulseiras em cada braço, chapéus, sandálias e sapatos mais fechados (pouquíssimas rasteirinhas ou sapatilhas).

Anotaram? Pois então, beijinhos da Angel!

A história da moda

Significado:
Moda é a tendência de consumo da atualidade. A moda é composta de diversos estilos ( gothic, moderno, classico, estiloso, etc) que podem ter sido influenciados sob diversos aspectos. Acompanha o vestuário e o tempo, que se integra ao simples uso das roupas no dia-a-dia. É uma forma passageira e facilmente mutável de se comportar e sobretudo de se vestir ou pentear.



Na antiguidade estilos de moda em 1822.

Os seres humanos passaram a se cobrir com peles de animais para se proteger do clima e, com o tempo, essa proteção foi se tornando cada vez mais sinonimo de poder e status. As pessoas achavam que usar peles de animais estava na moda, cada vez se via mais.
No período
bizantino dava-se valor, por exemplo, às roupas na cor roxa( purpura), pois essa cor era derivada de um pigmento muito raro que só a nobreza tinha condições de adquirir.
Já os mais pobres usavam roupas na cor
azul, que era feita com ureia, encontrada em abundância, pois os tintureiros tomavam muitas bebidas alcoólicas, faziam a urina em baldes, e essa era utilizada para tingir as peças de tecido.


A moda na Idade Moderna

A idade moderna é a época que vai do século XV ao XVIII. Ao contrário do que muitos pensam idade moderna não é o tempo em que vivemos hoje, século XXI. Hoje vivemos no que os historiadores chamam de idade contemporânea.
A moda na idade moderna é marcada pelo uso do sapato de salto alto, perucas, rendas e frufrus. O Rei Luis XIV foi o grande lançador de modas acompanhado por Luis XV e Luis XVI. Daí o nome do salto Luis XV



A moda nos anos 1920

Nessa época, a moda já estava livre dos espartilhos do século XIX. As saias já mostram mais as pernas e o colo. Na maquiagem, a tendência era o batom. A boca era carmim, em forma de coração. A maquiagem era forte nos olhos, as sobrancelhas eram tiradas e o risco pintado a lápis. A tendência era ter a pele bem branca.


Moda de 1925

Foi a época de Hollywood em alta, e a maioria dos grandes estilistas da época, como Coco Chanel e Jean Patou, criaram roupas para grandes estrelas.
Foi uma
década de prosperidade e liberdade, animada pelo som das jazz-bands e pelo charme das melindrosas, as mulheres modernas da época, que frequentavam os salões e traduziam em seu comportamento e modo de vestir o espírito da também chamada Era do Jazz.
A silhueta dos
anos 20 era tubular, os vestidos eram mais curtos, leves e elegantes, com braços e costas à mostra. O tecido predominante era a seda. Os novos modelos facilitavam os movimentos frenéticos exigidos pelo charleston - dança vigorosa, com movimentos para os lados a partir dos joelhos. As meias eram em tons de bege, sugerindo pernas nuas. O chapéu, até então acessório obrigatório, ficou restrito ao uso diurno. O modelo mais popular era o "cloche", enterrado até os olhos, que só podia ser usado com os cabelos curtíssimos, a "la garçonne", como era chamado. A mulher sensual era aquela sem curvas, sem seios e com quadris pequenos. A atenção estava toda voltada aos tornozelos.
A
sociedade dos anos 20, além da ópera ou do teatro, também freqüentava os cinematógrafos, que exibiam os filmes de Hollywood e seus astros, como Rodolfo Valentino e Douglas Fairbanks. As mulheres copiavam as roupas e os trejeitos das atrizes famosas, como Gloria Swanson e Mary Pickford. A cantora e dançarina Josephine Baker também provocava alvoroço em suas apresentações, sempre em trajes ousados.
-Jacques Doucet (1853-1929), um figurinista francês, em 1927, subiu as saias para mostrar as ligas rendadas.
-Coco Chanel criou a moda dos cortes retos, capas, blazers, cardigãs, colares compridos, boinas e cabelos curtos.
-Jean Patou
, estilista francês teve o foco na criação de roupas esportivas. Inclusive para a tenista Suzanne Lenglen. Também revolucionou a moda da praia com seus maiôs.


Décadas de 60 e 70

Na imagem ao lado vemos dois manetas(David silva)e (Pedro palma) que, transmitiam a paz e amor, lemas da época, por cores alegres e estampas floridas, demonstrando sensibilidade, romantismo, descontração e bom humor, como também a liberdade de expressão perante o regime ditatorial em países como o Brasil, Chile e França.
A maquiagem era essencial e feita especialmente para o público jovem. O foco estava nos olhos, sempre muito marcados. Os batons eram clarinhos ou mesmo brancos e os produtos preferidos deviam ser práticos e fáceis de usar. Nessa área,
Mary Quant inovou ao criar novos modelos de embalagens, com caixas e estojos pretos, que vinham com lápis, pó, batom e pincel. As perucas também estavam na moda e nunca venderam tanto. Mais baratas e em diversas tonalidades e modelos, elas eram produzidas com uma nova fibra sintética, o kanekalon.